Livro: Evolução – Mito, Teoria ou Lei?
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
Capítulos:
1 – O Método Por Trás da Loucura
2 – Seleçáo (anti)Natural
3 – Mutantes e Explosões
4 – De Caso Com o Acaso
5 – Elos Perdidos
6 – Que Macacada…
7 – Cadê os Meus Pêlos?
8 – A Loucura Por Trás do Método
9 – Involução
Cap 1 – O Método Por Trás da Loucura
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“AO SENHOR, NOSSO DEUS, PERTENCE A MISERICÓRIDA E O PERDÃO, POIS NOS TEMOS REBELADO CONTRA ELE” (DANIEL 9.9)
A pretensiosa Teoria da Evolução sempre foi composta por crenças, no mínimo, simplistas, e de evidências extremamente imperfeitas e incompletas. A própria história do desenvolvimento desta teoria confirma isto.
As primeiras noções da Teoria da Evolução estavam “rabiscadas” na Teoria da Geração Espontânea, que fez parte das crenças européias durante décadas. Essa curiosa Teoria previa que pequenos roedores e insetos fossem gerados a partir de detritos da matéria inanimada. Foi somente em 1688 que o médico italiano Francesco Redi iniciou a primeira pesquisa para refutar esta teoria. Por volta de 1780, o sacerdote italiano Lazzaro Spallanzani realizou novas experiências que confirmaram a falácia deste absurdo conceito. Mas o golpe final ficou a cargo do cientista francês Louis Pauster (1822-1895), que por volta de 1860 divulgou os resultados de suas pesquisas com microorganismos.
No século XVIII o naturalista Erasmus Darwin (avô de Charles) e o cientista francês Comte de Boffon, afirmavam a possibilidade da transmissão de características adquiridas em um meio-ambiente. Acreditavam, por exemplo, que a pele grossa de animais como o rinoceronte, surgiu em função dos repetidos golpes que sofreram. E esta característica foi transmitida aos seus descendentes.
Foi no início do século XIX que o naturalista francês Jean Baptiste P. A. M. C. de Lamarck (1744-1829), popularizou esta crença em um livro. Segundo seu conceito, diferentes espécies de animais haviam desenvolvido exatamente aquilo que precisavam e transmitiram aos seus descendentes. A girafa, por exemplo, desenvolveu seu longo pescoço em função da necessidade de alcançar seu alimento nas árvores. Esta teoria passou a ser conhecida por “hereditariedade de características adquiridas”.
Somente no final do século XIX esta teoria foi refutada pelo cientista alemão August Weismann. Weismann cortava os rabos dos camundongos antes de se acasalarem, procurando verificar se seriam suprimidos nos descendentes. Repetiu a experiência por 20 gerações, mas cada geração de camundongos apresentava rabos tão compridos quanto os de seus antecessores.
Mas foi o inglês Charles Robert Darwin o homem que mais questionou e lançou dúvidas, quanto a visão bíblica do lugar do homem na criação. Cometendo um crime contra Deus: pois todo o que ama somente o temporal e o histórico ignora Deus. Darwin nasceu na cidade de Shrew-bury em 12 de Fevereiro de 1809. Em 1828 ingressou na Universidade de Cambridge, de onde pretendia sair para seguir carreira eclesiástica.
Em Dezembro de 1831 Darwin partiu como botânico do navio H. M. S. Beagle, para uma viagem ao redor do mundo (1831-1836). Passou pelo Rio de Janeiro em 1832, e casou-se com sua prima Emea Wedwood após a viagem em 1839. Darwin faleceu em 19 de Abril de 1882, em Down.
Durante a viagem, foi a fauna e a flora do arquipélago de Galápos que inspiraram a Teoria da Evolução. Darwin observou que as espécies de tentilhões (pássaros) variavam de ilha para ilha. Foi inevitável indagar: será que Deus havia criado uma espécie de tentilhão para cada ilha?
Com base em suas observações, Darwin publicou “Variação de plantas e animais domésticos” (1868), “A expressão das emoções em homens e animais” (1872) e “Monografia dos Cirrípedes”. Mas suas obras mais importantes são:
- “On the origin at species by means of the struggle for life” – Publicada em 1859, esta obra é conhecida como “A Origem das Espécies”. Abrangendo estudos de Biologia, Embriologia, Anatomia comparada e Paleontologia, Darwin expõe suas conclusões quanto a Teoria da Evolução.
- “The descent of man” (“A ascendência do homem”) – Publicado em 1871, Darwin explica que os homens e os macacos antropóides haviam tido os mesmos ancestrais.
Nessa viagem de Darwin foi o início do nascimento da TEORIA DA Evolução, que se tornou uma das propostas mais polêmicas da comunidade científica nos últimos séculos. Após o apoio da comunidade educacional, esta teoria passou a ser observada de três maneiras:
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Mito;
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Teoria
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Lei.
Como mito, ela faz parte de um épico cativante; como teoria, é interessante; mas como lei não possui nenhuma consistência. Pois o relato da Teoria da Evolução baseia-se em termos subjetivos, conjeturas, interpretações, especulações e hipóteses. Sendo repleto de adivinhações confusas, datas e valores extravagantes e uma grande porção de crendice. Ao estudar esta teoria talvez possa se descobrir, como diria Shakespeare, o método por trás da loucura.
Cap 2 – Seleção (anti)Natural
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“O SENHOR DEUS DIZ: …SALVAREI OS FRACOS E DESAMPARADOS.” (SOFONIAS 3.19b)
Em 1803 o economista inglês Thomas Robert Malthus (1766-1834) publicou o livro “Ensaio sobre o Princípio de População”. Esta foi uma obra muito importante para Darwin formular a Teoria da Seleção Natural. Segundo esta teoria, as plantas e animais de hoje descenderiam de formas primitivas que existiram no passado. Sendo que as espécies estariam em constante processo de aperfeiçoamento: somente quem é mais forte e que melhor se adapta ao meio ambiente, sobrevive e se desenvolve.
Com o conceito de que as espécies evoluem conforme as contingências da vida, Darwin “solucionou” o problema das girafas. Por motivos desconhecidos, algumas girafas teriam nascido com o pescoço mais comprido que as demais. E estas venciam a competição por alimento e transmitiam essa característica aos seus descendentes. Darwin concluiu que plantas e animais sofrem as ações de modificações e transformações freqüentes, o que ocasiona o desaparecimento de velhas formas e o surgimento de novas.
Mas a Teoria da Seleção Natural não explica como o acumulo de variações triviais poderia resultar no desenvolvimento de estruturas mais complexas. Por que então a maioria absoluta dos vertebrados tem apenas dois olhos e não uma dezena? Por que só dois ouvidos e não meia dúzia? E que valor para a sobrevivência no processo da Seleção Natural tinham os primeiros pescoços insignificantemente maiores? Ou os primeiros “esboços” de orgãos e membros?
Temos outra aspecto a considerar: a adaptabilidade. Por que a penicilina não cura mais? Algumas bactérias e vírus já possuíam uma resistência maior, e produziram descendências também resistentes. Houve uma progressiva adaptabilidade. Não se deve confundir adaptabilidade com evolução.
Mas se evolução em alguns aspectos também é adaptabilidade, então como vivia o pica-pau antes de desenvolver ou adaptar seu longo bico robusto para furar a casca das árvores? E sua longa língua para alcançar a comida, desenvolveu-se na mesma proporção que o bico? Se este é um modelo de evolução, por que somente ele desenvolveu-se assim e as demais aves não?
É inegável: a “seleção natural” nunca produziu nada de novo. Só porque um ser persistiu em existir, não significa que tenha evoluído. Outrossim, a crença no acaso é tão certa quanto a suposição de que um certo número de bebês de 8 meses de idade, batendo nas teclas de um piano por um tempo indeterminado, produziriam certamente uma peça musical.
Em seu prático aspecto, a “seleção natural” é apenas a separação dos fortes dos fracos. Pois é só o DNA (Ácido Desoxiribonucleico) que contém a cadeia de genes responsáveis pela hereditariedade. É o DNA que mantém a fixidez dos biotipos “segundo a sua espécie”.
Mas se somente o mais forte que sobrevive, como explicar a existência contemporânea de milhares de espécies frágeis? Segundo a Bíblia, é o poder satânico que existe para se proteger e se automanter. É a Evolução Maligna.
Cap 3 – Mutantes e Explosões
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“O SENHOR, O SALVADOR DE ISRAEL, DIZ: …SOZINHO, EU CRIEI TODAS AS COISAS; ESTENDI O CÉU E FIRMEI A TERRA SEM A AJUDA DE NINGUÉM” (ISAÍAS 44.24B)
O livro do economista inglês Thomas Robert Malthus (1766-1834) “Ensaio sobre o Princípio de População” (1803), foi fundamental para Darwin formular a Teoria da Seleção Natural. Segundo esta teoria, as plantas e animais de hoje descenderiam de formas primitivas que existiram no passado. Sendo que as espécies estariam em constante processo de aperfeiçoamento: somente quem é mais forte e que melhor se adapta ao meio ambiente, sobrevive e se desenvolve.
Mas a Teoria da Seleção Natural não explica como o acumulo de variações triviais poderia resultar no desenvolvimento de estruturas mais complexas. Por que então a maioria absoluta dos vertebrados tem apenas dois olhos e não uma dezena? Por que só dois ouvidos e não meia dúzia? E que valor para a sobrevivência no processo da Seleção Natural tinham os primeiros pescoços insignificantemente maiores? Ou os primeiros “esboços” de orgãos e membros?
O complemento que faltava para a Teoria de Darwin veio em 1901, com o botânico holandês Hugo de Vries. Ao realizar experiências com enoteráceas, Vries observou que eventualmente apareciam plantas com algumas características incomuns, as quais chamou de “mutantes”. Foi verificado, porém, que algumas dessas mutações resultavam em morte dos organismos, não fornecendo nenhuma explicação ou evidência para as adaptações ou aperfeiçoamentos. E o mais evidente: nenhuma das mutações foi suficiente para iniciar uma nova espécie.
Assim as conclusões pré-formuladas dos evolucionistas forçam os fatos. O chamado “neodarwinismo” crê que a evolução ocorreu por Seleção Natural e por mutações – que englobam a Teoria das Grandes Mutações.
Se foi através da Seleção Natural que a girafa tornou-se o produto apto final, o que dizer de outras espécies de estatura baixa e aparentemente sem pescoço, como os carneiros? Como criaturas estruturalmente tão antagônicas podem ser o produto perfeito final? E os cornos (chifres) dos carneiros? A natureza selecionou aqueles providos de cornos por estarem mais aptos e eliminou os desprovidos? Não, isso não ocorreu.
Segundo a Teoria da Evolução, as ligeiras variações dentro das gerações necessitaram de milênios para se evidenciarem. Mas todas as mutações conhecidas e observáveis ocorrem sempre com a deficiência, suplência ou duplicação de orgãos ou características já existentes. Nada de novo ou inusitado foi desenvolvido.
Os evolucionistas supõem que houve grandes saltos entre os ancestrais em função de repentinas mutações. Entende-se por mutação uma mudança transmissível por herança, mas ocorrida por fatores externos (como exposição à irradiação) ou fatores internos (como erros na reprodução dos genes).
Em função da incrível estabilidade dos genes, as mutações são raridades. As tão famosas experiências com a Drosophila melanogaster (mosca-das-frutas) realizadas por T. H. Morgan (1866-1945) e H. J. Muller, mostraram que a maioria das mutações conseguidas era nociva. De forma geral, cerca de 99% das mutações observadas na natureza são prejudiciais.
Normalmente, qualquer desconcerto na organização genética dos seres tende à desorganização. Mutações são como acidentes na genética dos seres. As experiências com a mosca-das-frutas resultaram em indivíduos de cores, tamanhos e formas diferentes, mas não em uma nova “espécie”.
Big Bang
Entre as diversas publicações decisivas para a obra de Darwin está o primeiro volume de “Principles of Geology”, do geólogo inglês Charles Lyell. Esta obra ajudou Darwin ao concluir que a Terra teria de 3-4 bilhões de anos e o Universo de 10 – 15 bilhões de anos.
Em 1927 George Lemaitre formulou a “Teoria do Big Bang”. Mas foi somente a partir da década de 1960 que começaram a acumular-se evidências à favor desta teoria. Como, por exemplo, as importantes conclusões do Universo em Expansão do Dr. Edwin P. Huble.
Segundo o evolucionismo a vida veio da matéria inanimada, através de inúmeros fatores aleatórios ao longo de bilhões de anos. Após a explosão inicial (conhecida por “Big Bang”), foram gerados dois tipos de gases (hidrogênio e hélio), a partir dos quais a vida teria se desenvolvido.
Por mais evidências que sejam apresentadas à favor do acaso na criação, é inegável que não se pode apelar indefinidamente ao acaso. De onde surgiram os elementos que compuseram o Big-Bang?
Atribuir a existência de todas as coisas às leis e processos naturais que operam no universo, não passa de um mito de criação. Segundo estas hipóteses, é por simples acaso que ocorreram os processos dos quais surgiu a vida. Processos estes que seriam condizentes ao poder de Deus. Assim as obras do acaso se igualariam ao poder de Deus (Pv 16.33). Mas João Duns Escoto em “Opus Oxoniense” já afirmava que é impossível que o Universo esteja ordenado por duas naturezas supremas.
A crença em uma matéria independente, regida por leis próprias, incriada ou criada por si mesma é inviável. Pois nada, nem mesmo a matéria existe por si mesmo, pois tal grau de existência é exclusividade de Deus. Para o mundo criar-se a si mesmo, é necessário torna-lo equivalente à Deus. E a criação, invariavelmente, implica em um Criador com uma mente consciente e ativa.
Assim como a verdade convence, o erro também convence. E os inimigos da Verdade colocaram Deus e o acaso em um mesmo patamar. Por simples arbitrariedade desconsideram que a evolução a partir da matéria incriada não apresenta um menor número de dificuldades do que a criação conforme Gênesis.
Cap 4 – De Caso Com o Acaso
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“SE O CORAÇÃO LHES PÁRA DE BATER, O SEU DESTINO É IREM PARA DEBAIXO DA TERRA; E, COM ELES, MORRE NUM INSTANTE TUDO QUANTO PLANEJARAM” (SALMO 146.4)
O princípio da vida, conforme a Teoria da Evolução, está na matéria inanimada. Em um mundo inorgânico, a combinação aleatória de elementos criou os organismos orgânicos. Mas a matéria é composta de 123 elementos básicos, formados por átomos de uma única espécie (segundo as suas massas atômicas). Em função de sua estabilidade, os átomos decompõem-se até se transformarem em um elemento estável.
A tendência natural de qualquer estrutura organizada é se tornarem menos organizadas. Nunca ocorre qualquer melhoria da ordem sem alguma força externa. A tendência eletroquímica da matéria inanimada é a neutralidade ou estabilidade. Mesmo que se contasse com períodos imensuráveis de tempo, o tempo é sempre destrutivo, produz erosão, desintegração e transformação.
A probabilidade da vida se originar do acaso a partir da explosão do Big-Bang, é proporcional a de um bolo confeitado surgir de uma explosão em uma confeitaria.
Segundo a Teoria da Evolução foi num período de 3-4 bilhões de anos atrás, que a vida teria surgido acidentalmente em um mar primordial. Ali, em algum momento apareceu uma macromolécula, extremamente complexa, capaz de se autoreproduzir. Esta incrível “célula” teria que ser incrivelmente completa, o suficiente para conter o material genético (DNA) para reproduzir, no mínimo, todas as 50 milhões de espécies diferentes que existem hoje.
A ciência reconhece a impossibilidade de surgir hoje uma nova forma de vida. Mas o fantástico é acreditar na existência de uma matéria perfeita, do ponto de vista quantitativo e qualitativo, para a formação das múltiplas formas temporais. Teria que ser a própria essência da vida, criada ao acaso, uma célula-produto-do-acaso.
Toda vida se origina com base no princípio da biogênese: um organismo vivo só pode surgir à partir de um outro organismo vivo. Seres orgânicos somente surgem de seres orgânicos. Mas os evolucionistas apelam para a possibilidade de que certa mistura de elementos inorgânicos, deixados em determinado ambiente por um período indefinido, pode tornar possível todas as coisas. Ignoram que independente do período de tempo, nem sempre o impossível torna-se inevitável.
Não existe nada mais complexo do que a vida. Os evolucionistas supõem que antes da reprodução sexuada, deveria existir algum tipo de sistema hereditário simples (pois veio do acaso) e eficaz (para transmitir o DNA).
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E se houve a evolução, como explicar a existência de milhares de seres unicelulares?
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Se os organismos unicelulares se reproduzem por forma assexuada até hoje, por que surgiu a reprodução sexual?
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E até a evolução perfeita dos orgãos sexuais, como as espécies se reproduziam?
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Se as glândulas mamárias das fêmeas são frutos de uma lenta evolução, como que seus ascendentes amamentavam?
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Se sobreviveram e funcionavam com eles, por que este sistema mudou?
Diante de tantas dúvidas é preciso considerar: Como que um sistema infinitamente complexo conseguiu construir-se e desenvolver-se por si mesmo?
Em coro com o escritor Emílio Conde, posso afirmar que ao ACASO “eu nego-lhe tudo, em nome da perfeição e equilíbrio das leis que regem o mundo; nego, porque as estrelas com seu fulgor também o fazem; nego, porque a pureza dos lírios depõe contra ele. Nego a interferência do acaso na criação porque as próprias plantas não admitem tal coisa. Nego ao acaso arrogar-se qualquer intervenção na vida animal, porque a espécie depõe contra ele. A existência de Deus autoriza-me a negar tolices caricaturadas de ciência”.
Cap 5 – Elos Perdidos
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“DEUS FEZ TODA A QUALIDADE DE ANIMAIS SOBRE A TERRA; CADA UM SEGUNDO A SUA ESPÉCIE DIFERENTE. E FICOU SATISFEITO COM TUDO QUANTO TINHA FEITO” (GÊNESIS 1.25)
Charles Darwin previu que seriam encontradas várias das muitas formas de registros fósseis. Estes fósseis ligariam as espécies atuais com seus ancestrais primitivos, seriam os chamados “elos perdidos”. Para os evolucionistas, os fósseis são as evidências esmagadoras da Evolução. Mas para uma montagem básica da linhagem evolutiva faltam ainda cerca de 75% dos fósseis.
Quando foram descobertos os primeiros fósseis no século XIX, como fósseis marinhos em montanhas, os teólogos formularam as seguintes teorias:
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Homens ou animais os haviam transportados;
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Deus os havia criado para confundir os incrédulos;
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Seriam restos dos animais que não encontraram lugar na arca de Noé.
Não encontrando respostas adequadas, alguns teólogos passaram a acreditar na “Teoria da Catástrofe”: a Terra teria sido castigada várias vezes por diversas catástrofes, como o Dilúvio. Após cada catástrofe Deus teria renovado a vida, criando plantas e animais mais evoluídos. Mas essa teoria não passa de um grotesco e desnecessário remendo na irretocável Palavra de Deus. Pois os fósseis são na verdade provas do incrível poder criativo de Deus.
O problema dos “elos perdidos” é que até hoje eles continuam perdidos. Todos os fósseis localizados são sempre de organismos completos e complexos: não são de seres em desenvolvimento. Se classificarmos como ciência somente conclusões baseadas em fatos e evidências, então a Teoria da Evolução é anticientífica.
Por que não são encontradas formas de fósseis de transição? Porque todos os fósseis encontrados eram de espécies definidas. Por que não são encontradas uma série graduada de variedades ligando as espécies? Simplesmente porque os documentos fósseis da Terra testemunham uma criação repentina!
Para enxergar além do abismo que falta na ligação entre as espécies, os evolucionistas tem constantemente lançado mão de fantasias com pretensa base científica. Faltam milhões de formas de transição, de elos, para tornar a Teoria da Evolução coerente.
A explicação, longe de satisfatória, de que cada espécie é adaptada ao ambiente em que vive, barra na existência das plantas. É comum observar entre as espécies vegetais que desapareceram, não formas de transição, mas a total ausência de uma espécie. A evolução é mera ilusão! Por isso que a continuidade que os evolucionistas supõe existir entre os símios, hominídeos e o homem, não é estabelecida sobre fatos.
A Teoria da Evolução foi baseada em conclusões apressadas, e apresenta dificuldades fundamentais, pois:
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É genérica, abrangendo uma quantidade inumerável de acontecimentos;
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Formata o passado com suposições dos fenômenos atuas. Quanto mais recuamos, mais a cronologia torna-se imprecisa e vaga.
É uma suposição frágil pensar que os acontecimentos que são atualmente freqüentes sejam os mesmos que ocorreram no passado. O único meio válido para se compreender o passado seria através de uma testemunha inteligente e fiel. Poderiam os fósseis conceder testemunhos fiéis e inteligentes?
Os fósseis encontrados têm mais afastado da hipótese evolucionista do que aproximado. Cerca de 76% das espécies desapareceram na época dos dinossauros. De um modo geral cerca de 95% das espécies que existiram no passado foram extintas. Como as criaturas poderiam evoluir com uma perda tão grande de material genético?
Os acontecimentos atuais demonstram a fixidez dos tipos biológicos e provêem quase nenhuma base para a evolução! A Teoria da Evolução não concede um apanhado verdadeiro da realidade. Ou seja, os acontecimentos que contempla não ocorrem na realidade como supõe. O mínimo que se pode exigir de uma hipótese é que seja coerente e possua uma correlação com a realidade.
Os organismos individuais, que se relacionam intimamente, são chamados de espécies. As espécies que se relacionam formam um gênero. A família é um grupo de gêneros. Outras classificações ascendentes são ordem, classe e filo. A ciência não descobriu entre os fósseis nenhum tipo “novo”, mas apenas variedades das espécies básicas já existentes. Por que as baratas não evoluíram nestes milhões de anos?
Como a evolução pode explicar a delicada harmonia dos ecossistemas? Como explicar as leis da genética, indo da transferência de características, até a impossibilidade da miscigenação entre as espécies? Nenhuma espécie jamais transpassou os limites de sua própria espécie, em função de um abismo intransponível que inclui a esterilidade. Os alimentos híbridos ou transgênicos permanecem sendo a mesma planta. Todas as mudanças ocorrem sempre dentro de sua espécie básica: o milho transgênico não deixa de ser milho; a soja híbrida não deixa de ser soja. Animais silvestres, quando introduzidos em novos ambientes, tendem a apresentar mudanças em seu tamanho mediano e em outras características. Adaptam-se, não se tornam uma nova criatura inusitada.
Cap 6 – Que Macacada…
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“DEUS CRIOU ENTÃO O HOMEM SEMELHANTE AO SEU CRIADOR; ASSIM DEUS CRIOU O HOMEM. HOMEM E MULHER – FOI ASSIM QUE OS FEZ” (GÊNESIS 1.27)
Uma das “provas” da evolução que já foi muito usada é a questão da similaridade das estruturas, como: mão humana e símia; asas do pássaro e barbatanas do peixe. Bem como a similaridade entre as espécies no período embrionário. As estruturas ósseas e estéticas de diversas espécies possuem similaridades. Porém, apesar desta similaridade que envolve até mesmo a composição química, o DNA é um código que difere até mesmo os seres da mesma espécie.
A incrível anatomia dos animais, ou seja, a “padronização estrutural” prova o “padrão” escolhido na criação especial de Deus. A grande maioria das espécies animais possui membros “pentadáctilos”, com 5 dedos. Ernst Von Baer foi o primeiro a observar a semelhança entre os embriões de diversas espécies, em estágios iniciais. A “embriologia comparada” e a “padronização estrutural” prova o “padrão” divino na criação. Isso não é evidência de parentesco entre as espécies!
O homem é o único ser que pode continuamente ampliar os seus conhecimentos. Como tal, ele é fruto, segundo a “Seleção Natural”, de uma longa evolução biológica, sendo o produto final da luta pela sobrevivência. Mas se a Lei da Evolução existe, por que parou no homem? Não teria como ela parar, haja vista que é cega e desprovida de propósito.
Surpreendentemente não existem animais com capacidade intelectual no meio termo: entre o homem e as demais espécies. Por que não existem raças meio-humanas? O chimpanzé, o superior entre os primatas, tem seu conhecimento extremamente limitado a símbolos e sinais. Se a Evolução foi um fato, não deveria haver um abismo intransponível entre homens e animais. Haveria uma infinidade de seres com inteligência intermediária.
Mesmo assim, existem desenhos e imagens de supostos ancestrais dos homens espalhados por livros no mundo inteiro. E para isso utilizam uma porção de ossos e dentes quebrados, encontrados em lugares separados por milhares de quilômetros. Segundo as posteriores hipóteses científicas, entre 3 e 5 milhões de anos atrás, no Período Pilioceno, surgiram os australupitecíneos, dando origem à seguinte cadeia: Australupitecíneos Robustus, Homo habilis, Homo erectus, Homo sapiens. Os australupitecíneos e os símios africanos teriam possuído um ancestral comum.
Insisto: segundo Charles Darwin e sua Teoria da Seleção Natural, o homem surgiu como um entre bilhões de seres vivos e desenvolveu a inteligência. Então por que somente nossos “antepassados” foram favorecidos na evolução da vida? E as outras linhagens de hominídeos, por que somente nós somos inteligentes?
Ao igualar os seres humanos com outros primatas, foi necessário determinar os limites que os diferenciam. Os “chimpanzés lascavam a pedra e usavam as pontas afiadas para abrir nozes, mas não tinham tradição de fabricar ferramentas de pedra, como ocorreu com os primitivos ancestrais do homem. Por isso, os primórdios dessa atividade, (…) são uma linha divisória significativa no desenvolvimento humano”. (Atlas da História do Mundo, FSP, 1ª edição, pág. 34)
Todos os elementos da raça evoluíram de uma vez só? Por que ainda temos primatas?
As obras de Darwin, na época em que foram publicadas, geraram tanta polêmica, que Sigmund Freud afirmou que a Teoria da Evolução de Darwin havia ferido profundamente o “egoísmo ingênuo do homem”.
Mas não é arrogância afirmar que não somos meros animais e nem que somos únicos. Pois o homem não é um pobre animalzinho perdido em um insignificante lugar no Universo. E em função da evidente incompatibilidade genética, nenhum símio atual pode ser considerado antepassado humano. Essa teoria é contradita pelos fatos e por suas próprias pesquisas.
Torna-se claro que as teorias darwinianas não conseguem explicar a origem da raça humana. Durante séculos já foi discutida a questão ser ou não-ser, que está intimamente ligada ao mundo e ao tempo. Mas a questão mais importante é: o que somos? Ao classificar as espécies, o homem deu a si mesmo a mais nobre das taxinomias: “homo sapiens sapiens”. Infelizmente as teorias da evolução biológica turvaram de tal forma a distinção entre humanos e animais, que hoje os homens não conseguem se decidir.
Cap 7 – Cadê os Meus Pêlos?
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“ASSIM DEUS CRIOU OS SERES HUMANOS; ELE OS CRIOU PARECIDOS COM DEUS. ELE OS CRIOU HOMEM E MULHER” (GÊNESIS 1.27)
“Existem atualmente cento e noventa e três espécies de macacos e símios. Cento e noventa e duas delas têm o corpo coberto de pêlos. A única exceção é um símio pelado que a si próprio se cognominou Homo sapiens”.
Assim começa o livro de maior sucesso do Zoólogo inglês Desmond Morris. Publicado em 1967, o livro “The naked ape” (O Macaco Nu) trata sobre as semelhanças do homem com os primatas. O Dr. Morris oferece um estudo sistemático e comparativo entre o homem e os símios, concluindo, por dedução, vários ensinamentos.
É surpreendente o fato do próprio Dr. Morris levantar evidências claras que o homem não pode ser enquadrado junto aos demais símios, mas mesmo assim ele insiste em tentar localizar hábitos e comportamentos que os inclua dentro da mesma espécie. Para resolver essas discrepâncias, o Dr. Morris faz uma viagem ao mundo de 85 a 50 milhões de anos atrás. É realmente uma viagem… desprovida de qualquer evidência, prova ou fato.
Veja se os textos abaixo, retirados do primeiro capítulo de “O Macaco Nu”, não levam à exclusividade da raça humana:
“Em face das suas mãos, dos seus dentes, dos seus olhos e de outras características anatômicas, não temos dúvidas de que se trata de um primata, embora de uma natureza muito singular. A singularidade torna-se manifesta se dispusermos das peles correspondentes às cento e noventa e duas espécies conhecidas de macacos e símios e tentarmos arrumar a pele humana no meio dessa série, no ponto que nos pareça mais adequado. Coloque-se onde se colocar, a pele humana nos parecerá sempre deslocada. Podemos, eventualmente, ser tentados a colocá-la numa das extremidades da série, ao lado das peles dos grandes símios sem cauda, como o gorila e o chimpanzé. Ainda assim, a diferença é impressionante. As pernas são compridas demais, os braços muito curtos e os pés bastante estranhos.
(…) Mas outra característica nos chama a atenção: a pele não tem praticamente pêlos. Com exceção de alguns tufos de cabelos sobre a cabeça, nas axilas e em volta dos órgãos genitais, a superfície da pele é completamente pelada. Ao compará-la com a das restantes espécies, o contraste é dramático. É certo que algumas espécies de macacos e símios têm pequenas zonas peladas no traseiro, na face ou no tórax, mas nem uma só dentre as cento e noventa e duas espécies tem aspecto que se possa aproximar ao da condição humana.
(…) Em que outras circunstâncias não há pêlos? De qualquer maneira, não será entre os outros primatas. É preciso procurar mais longe. Uma revisão rápida de todos os mamíferos existentes vem-nos logo mostrar que quase todos têm revestimento piloso protetor e que só raras exceções, dentre quatro mil, duzentas e trinta e sete espécies existentes, se decidiram a abandoná-lo.
(…) Salvo os gigantes anormalmente pesados, como os rinocerontes e elefantes (com problemas de alimentação e esfriamento muito particulares), o macaco pelado é o único que não tem pêlos entre todos os milhares das espécies mamíferas terrestres, que são hirsutas, peludas ou felpudas”.
Apesar de todas as suas teorias, o Dr. Morris admite que o problema da diferença entre pele e pêlos continua indecifrável:
“Infelizmente, os fósseis não nos podem ajudar quando se traía de diferenças de pele e de cabelo, pois que ninguém sabe ao certo quando se deu a grande queda do pêlo.
(…) Trata-se de um fato tão singular, que parece muito mais provável que tenha ocorrido no decurso das grandes transformações processadas nas planícies descobertas”.
Realmente Dr. Morris, trata-se de um fato tão singular quanto a própria existência do homem. Pois somos o que somos e como somos exclusivamente pela Graça de Deus (I Co 12.18; I Co 15.10).
Cap 8 – A Loucura Por Trás do Método
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
O TEMOR DO SENHOR É O PRINCÍPIO DE TODA A SABEDORIA. SÓ OS LOUCOS RECUSAM SER ENSINADOS” (PROVÉRBIOS 1.27)
A imaginação faz cair no erro. Como observou Hugo de São Vítor em “Eruditionis Didascalicae libri VII”, deve-se agir com prudência na aplicação à realidade das conclusões obtidas exclusivamente em processos lógicos. Não é pelo fato das coisas sucederem temporariamente às outras, que exista uma real relação de causa e efeito entre elas. E esta suposta relação é a origem da maioria das superstições. Como diria Home, não se devem tirar conclusões de “sentenças do ser” para “sentenças do deve ser”.
A Teoria da Evolução não possuí uma prova científica absolutamente inquestionável, que não deixe nada para a dúvida. O método científico deveria seguir cada etapa, encontrando solidez para o desenvolvimento da etapa seguinte. Ou seja, toda conclusão científica deve basear-se em sólidas evidências, acompanhadas de experiências que possam ser reproduzidas em laboratório. Por isso a Teoria da Evolução termina por ser mais uma crença filosófica do que uma teoria científica.
Assim as pesquisas em busca de provas da evolução possuem, em geral, um fim em si mesmas: são completamente vazias em seus propósitos. Pois quando se estudam as criaturas deveria ser considerado que estas são apenas alguns dos degraus da escada que leva ao conhecimento e amor de Deus.
O físico americano Charles Townes, premiado com o Nobel em 1964 pela invenção do laser, acreditava na crença cristã do mundo. Apesar de agnóstico, ao descobrir o código genético (DNA) em 1953, chegou a uma espantosa conclusão: “Parece ter sido quase um milagre, tantas são as condições necessárias para que a vida viesse a ocorrer”. Muitos séculos antes, Orígenes (185-255 d.C.) havia afirmado:
“É indubitavelmente absurdo afirmar que este mundo tão artisticamente arquitetado se originasse por si mesmo, e sem a mão de um mestre”.
Estes relatos cooperam com a conclusão de que o surgimento de novas descobertas científicas ou religiões não são uma ameaça para o crente na Palavra de Deus. Mas apenas uma nova oportunidade de provar e mostrar a beleza e a veracidade de sua fé.
Como já foi observado, todo método de estudo é limitado pelo tempo e pelo espaço. Por isso a ciência analisa de forma direta somente os objetos que estejam facilmente acessíveis aos sentidos humanos. Mas quando o objeto de estudo ou fenômeno difere-se consideravelmente de tamanho em relação ao corpo humano, recorre-se à instrumentos (microscópios, telescópios…). Mas se mesmo com o uso de instrumentos, o objeto ou fenômeno não puder ser avaliado, utiliza-se fórmula matemáticas que permitem uma avaliação lógica.
Apesar de todos os avanços tecnológicos a capacidade humana continua limitada em relação ao tempo e espaço. Por isso o estudo de algum fenômeno de longas dimensões (tanto no tempo como no espaço) é severamente limitado. Desta forma, quando se compara a extensa teoria evolucionista com a Bíblia, percebe-se que esta é muito mais verossímil, pois contempla um espaço de tempo menor em sua análise.
Mesmo assim, o homem em sua estreiteza mental, prefere ser um macaco evoluído a um Adão caído. Também prefere acreditar nas existências de foças criativas da Terra (a chamada Mãe Natureza), que evoluíram por si só, em um processo completamente lento, cego e sem nenhuma direção inteligente. Mas seria capaz o acaso ou a Mãe Natureza gerar tanta beleza e perfeição ativas?
Crendo que sim, colocaram as fantásticas hipóteses de Darwin acima da Bíblia. Graças a Darwin, Adão e Eva passara a serem vistos como mitos, igualando-se aos personagens folclóricos.
De qualquer maneira, o livro de Gênesis apresenta um relato mais inteligente. A Teoria da Evolução é um absurdo. Basta olhar para o Universo! Evolução seria uma série de movimentos que sucedem à outro temporariamente e eternamente. Porém, graças à ação do pecado, toda criação, sem exceção, tende ao nada. Por isso o Universo está se degenerando e não evoluindo. E o mundo caminhando para o caos, para o fim (Mt 24.22).
Cap 9 – Involução
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva
“TODAS AS COISAS VÊM ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DE DEUS. TUDO VIVE POR SEU PODER, E TUDO É PARA A SUA GLÓRIA. A ELE SEJA A GLÓRIA PARA TODO O SEMPRE” (ROMANOS 11.36)
Existe um incômodo preconceito silencioso para com a Bíblia, e a natureza humana incrédula deseja tentar determinar o que Deus pode ou não pode fazer e criar. É profundamente divulgado, sob as mais diversas formas e sutilezas, que a ciência substituiu a religião como estágio do pensamento humano. Desde J. G. Frazer em sua obra “O Ramo Dourado”, essa mentira é apregoada baseada em muitas especulações e raros fatos.
Para os evolucionistas, a idéia de que Deus criou o mundo como está relatado na Bíblia, “é quase uma ofensa contra quem se dedica há tanto tempo a esmiuçar o ‘milagre’ da criação. E nem tem respaldo entre os teólogos, numa época dominada pelo conhecimento dos átomos e genes”. (Revista Época. Pág. 81. 27 de dezembro de 1999)
Há uma tendência quase universal do homem em colocar-se no lugar de Deus, pretendendo determinar a validade de Suas ações e reações, conforme o que constata em si mesmo. Esquecendo que a “evolução” não encontrou ainda, a mais insignificante prova sequer. Nem prova física e nem mesmo uma prova matemática que equacione os dados fornecidos. Uma das explicações do por que da aceitação generalizada da Teoria da Evolução, é o falso status de ciência que ela recebe.
Mas nenhum sofisma, teoria ou equação tem força suficiente para sobrepor-se a verdade do Deus Criador. Pois mesmo que os átomos sejam as unidades firmes e sólidas do Universo, foram criados por Deus. Por isso Emílio Conde classificou de “crime de lesa-divindade atribuir a origem da vida à inconsciência dos átomos”. Toda a criação surgiu de um plano de Deus e não por acaso. Desde o menor elemento que possa compor um átomo, até a maior galáxia, tudo faz parte deste sublime plano de Deus.
Em “De Genesi ad litteram imperfectus liber”, Agostinho faz referência às “rationes seminales” (“forças geminativas”): para ele algumas criaturas foram criadas na plena perfeição e outras apenas “esboçadas”. A terra estaria impregnada de forças geminativas, cuja essência estaria na umidade. Esta estranha doutrina se aproxima mais da Teoria da Geração Espontânea do que da Teoria da Evolução. Pois para Agostinho, mesmo nessa doutrina, que dava o crescimento e desenvolvimento dos animais “esboçados”, era Deus.
Já foi considerado que em Sua criação, Deus fez provisões para que variedades adicionais se desenvolvessem (todas registradas no código genético). Isto não significa o surgimento de novas raças! Mas pequenas mudanças observáveis dentro do tipo básico das espécies que Deus criou. Ou seja, a adaptabilidade de uma espécie e não sua mutação em outra.
Mas em nenhum momento a Bíblia apóia a evolução dos animais, pois nem mesmo a mais simples célula pode evoluir com o tempo ou com o acaso. A expressão encontrada no relato “conforme a sua espécie”, demonstra a fixidez das espécies básicas, sendo uma lei imutável confirmada pelo DNA. Pois os grupos básicos, quando cruzados com outros, não se reproduzem. Por isso desconheço qualquer outra origem das espécies, que não seja ato criativo de Deus.
Para Parmênides (540-480 a.C.) nada que existe pode se transformar ou mudar. O filósofo grego Aristóteles (384 – 322 a.C.) acreditava que existia um conjunto fixo de espécies, que se reproduzem de forma fiel a sua classe e formam uma escala que vai do simples ao complexo, tornando a evolução impossível.
Os primeiros adeptos da Teoria da Evolução pensavam que teria existido uma fase na origem da história humana em que não havia religião. Partindo da crença de um antepassado pré-símio, e que animais não possuem religião, os evolucionistas supunham ter existido um longo caminho até o desenvolvimento da religião. Todavia provou-se que esta crença era falsa. Todos os povos possuem a memória de alguma espécie de deus superior, um tipo de bondoso pai-criador-deus, que por não ser temido deixou de ser adorado.
Por isso é “que a evolução a partir do animatismo (medo do escuro, ou segundo Bouquet, crença numa vaga, poderosa e aterrorizadora força inescrutável) já não pode ser considerado como axiomática, e alguns antropólogos estão agora a sugerir que, sob certo ponto de vista, o monoteísmo pode ser mais primitivo e natural do que o animismo (religião do medo dos espíritos das tribos primitivas). A sua investigação sugere que as tribos não são animísticas porque tenham evoluído sem modificações desde a alvorada da História. Pelo contrário, as provas indicam uma degeneração de um verdadeiro conhecimento de Deus. O isolamento em relação aos profetas e livros religiosos levou-os ao suborno sacrificial para aplacarem os espíritos, em vez das alegres refeições sacrificiais na presença do Criador”.
Assim, as provas da História levam-nos de regresso a uma reconsideração da resposta bíblica”. (As religiões do mundo: do primitivismo ao século XX”. Pág. 31)
Em cerca de 248 d.C., o filósofo grego Celso havia afirmado que o monoteísmo era ridículo. Com base nesta afirmação, Orígenes (185-255 d.C.) escreveu a obra “Contra Celsum”, onde afirmou que a razão nos conduz ao monoteísmo. Pois o politeísmo se desenvolveu à medida que o homem se afastava de Deus.
A simples afirmação de que as respostas contidas no livro de Gênesis são relatos baseados na História, já seria motivo suficiente para gerar protestos de cientistas e intelectuais. Pois ignoram que entender plenamente as verdades bíblicas é recuperar a História, usando-a como bases constitutivas e projetistas.
É sabido por todos que não se deve cair no grande erro de aplicar a ciência em debates teológicos, pois existem severas restrições para a ciência e para a religião (Dt 29.29). Porém, isto não impede de ambos se defrontar, em seus depoimentos contraditórios, para se apurar a verdade.
Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva